
Bacteriose
Xanthomonas Sp., Pseudomonas Sp.
Patógeno:
Type:
Plantas decorativas de jardín y/o interior
Bactéria
Risco:
ALTO

Bacteriosis

QUEM É A CAUSA?
Os patógenos Xanthomonas sp. e Pseudomonas sp. são bactérias que causam doenças conhecidas como bacteriose em uma ampla variedade de plantas. Essas bactérias são encontradas no solo, na água e na superfície das plantas. Eles iniciam seu ciclo infeccioso entrando na planta através de feridas, estômatos ou hidátodos. Uma vez dentro, eles se multiplicam no espaço intercelular e produzem enzimas que quebram as paredes celulares, causando necrose e outros danos aos tecidos vegetais. Estas bactérias podem sobreviver em restos de plantas, sementes contaminadas e no solo, facilitando a reinfecção na estação de crescimento seguinte. A dispersão ocorre através da água de irrigação, respingos de chuva, vento, insetos e ferramentas contaminadas. Além disso, certas espécies podem formar biofilmes que as protegem de condições adversas e de tratamentos fitossanitários.
SINTOMAS
A doença causada por Xanthomonas sp. e Pseudomonas sp. nas plantas manifesta-se com sintomas que afetam significativamente a saúde e a produtividade das plantas. Essas bactérias causam manchas nas folhas, cancro nos caules e frutos e podridão das raízes. A infecção inicial geralmente começa como pequenas manchas aquosas que se expandem e necrosam, evoluindo para manchas marrom-escuras ou pretas com halos amarelos. Em infecções graves, podem causar desfolha, redução do crescimento e, em casos extremos, morte da planta.
- Manchas aquosas nas folhas que se expandem e necrosam.
- Halos amarelos ao redor das manchas.
- Cancros em caules e frutos.
- Podridão da raiz.
- Desfolha prematura.
- Redução do crescimento das plantas.
- Murcha e colapso da planta.
- Morte da planta em infecções graves.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 30°C
70% - 90%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Água de irrigação, respingos de chuva, vento, insetos, ferramentas contaminadas, contato direto entre plantas, sementes contaminadas, restos de plantas infectadas, solo
VÍAS DE TRANSMISIÓN
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• FOSETIL-AL 80% [GT] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 19% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
Tratamentos permitidos na agricultura biológica
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 19% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
Tratamentos biológicos
• BACILLUS SUBTILIS (CEPÇÃO QST 713) 1,34% [SC] P/V
Recomendações
- Utilize sementes certificadas livres de patógenos para evitar a introdução de bactérias na cultura.
- Implementar a rotação de culturas para interromper o ciclo de vida das bactérias no solo.
- Mantenha uma distância adequada entre as plantas para melhorar a circulação do ar e reduzir a umidade.
- Evite irrigação por aspersão, que pode espalhar bactérias através de respingos de água.
- Remover e destruir restos de culturas e plantas infectadas para reduzir a fonte de inóculo.
- Desinfete ferramentas e equipamentos de jardim regularmente para evitar a propagação de bactérias.
- Aplicar tratamentos com bactericidas adequados de acordo com recomendações técnicas e realizar aplicações preventivas.
- Monitorizar regularmente as plantas para detecção precoce de sintomas e aplicar medidas de controlo atempadas.
- Promover a utilização de variedades vegetais resistentes à bacteriose.
- Manter um manejo adequado do solo e dos nutrientes para fortalecer a resistência natural das plantas às infecções.
















