
Vermes
Spodoptera Frugiperda, Helicoverpa Zea, Agrotis Ípsilon, Argyrotaenia Sp. , Heliothis Virescens, Etc...
Patógeno:
Type:
Arándano
Inseto
Risco:
ALTO

Orugas o gusanos

QUEM É A CAUSA?
Spodoptera frugiperda, Helicoverpa zea, Agrotis ipsilon, Argyrotaenia sp. e Heliothis virescens são insetos lepidópteros cujas larvas, comumente conhecidas como larvas, representam uma séria ameaça às plantações de mirtilo. Esses insetos passam por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As fêmeas depositam seus ovos na superfície das folhas, onde as condições ambientais favoráveis permitem que eclodam em poucos dias. As larvas emergentes são altamente vorazes e passam por vários estágios larvais, durante os quais consomem grandes quantidades de tecido vegetal. Ao atingir seu desenvolvimento máximo, as larvas se enterram no solo ou se fixam em partes protegidas da planta para pupar. Posteriormente emergem como adultos, completando o ciclo e reiniciando a infestação reproduzindo-se novamente. O ciclo pode se repetir várias vezes ao ano, principalmente em climas quentes e úmidos, facilitando a persistência e expansão da praga.
SINTOMAS
Nos mirtilos, esses vermes causam doenças significativas devido à sua capacidade de destruir os tecidos das plantas. As larvas se alimentam de folhas, brotos e frutos, causando danos que podem resultar na diminuição da produção e da qualidade da colheita. A atividade alimentar dos vermes também pode abrir portas para infecções secundárias por patógenos.
- Buracos irregulares nas folhas.
- Botões e flores danificados ou consumidos.
- Frutos perfurados e deformados.
- Presença de excrementos (excrementos) na superfície das folhas e frutos.
- Perda de vigor nas plantas.
- Diminuição da quantidade e qualidade da colheita.



TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 30°C
60% - 80%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Vento, movimentação de máquinas agrícolas, plantas infestadas, substrato contaminado, insetos adultos voadores
VÍAS DE TRANSMISIÓN
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,15% [GR] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,24% [GR] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
Tratamentos permitidos na agricultura biológica
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,15% [GR] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,24% [GR] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
Tratamentos biológicos
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) (24x106 UI/G) 18,3% [SC] P/V
• STEINERNEMA CARPOCAPSAE (Parasitóides e nematóides predadores)
Recomendações
- Implementar rotação de culturas para interromper o ciclo de vida das minhocas.
- Realizar monitoramento periódico e detalhado para detecção precoce de infestações.
- Utilizar armadilhas de feromônios para capturar e monitorar a população adulta.
- Aplicar inseticidas biológicos como Bacillus thuringiensis durante os primeiros estágios larvais.
- Promover o controle biológico através da liberação de inimigos naturais como parasitóides e predadores.
- Manter as áreas ao redor da cultura livres de ervas daninhas e restos de plantas que possam servir de refúgio para as larvas.
- Estabelecer barreiras físicas ou cobertura para proteger as plantas jovens.
- Promover práticas de cultivo que melhorem a saúde e a resistência das plantas.
- Realizar aplicações seletivas de inseticidas químicos quando necessário, seguindo recomendações de manejo integrado de pragas.
- Evitar o uso excessivo de inseticidas para prevenir o desenvolvimento de resistência nas populações de vermes.
















