
Mariposa Oriental
Grapholita Molesta
Patógeno:
Type:
Melocotón, durazno o nectarina
Inseto
Risco:
ALTO

Polillas

QUEM O CAUSA?
O patógeno Grapholita molesta, comumente conhecido como mariposa oriental, é um lepidóptero pertencente à família Tortricidae. Os adultos são pequenas mariposas cinzentas, que emergem das crisálidas na primavera e procuram hospedeiros para depositar os seus ovos. As fêmeas depositam seus ovos nas folhas, brotos e frutos das árvores. As larvas que eclodem são branco-rosadas com cabeça preta e rapidamente começam a se alimentar de tecidos vegetais. Inicialmente atacam os rebentos jovens, fazendo-os murchar e depois deslocam-se para os frutos, onde cavam túneis que os destroem por dentro. A larva passa por cinco estágios larvais antes de se transformar em pupa. A pupação pode ocorrer na casca da árvore ou no solo, dependendo das condições ambientais. Este inseto pode ter várias gerações por ano, especialmente em climas quentes, o que aumenta a sua capacidade de danificar as culturas.
SINTOMAS
No pêssego, no pêssego ou na nectarina, a mariposa oriental produz uma doença que atinge tanto os brotos quanto os frutos, causando graves perdas econômicas. As larvas penetram nos brotos, causando sua morte, e posteriormente se alimentam do interior dos frutos, destruindo-os completamente e fazendo com que caiam prematuramente.
- Murchamento de rebentos jovens
- Perda de folhas nos brotos afetados
- Danos internos às frutas
- Queda prematura de frutas
- Túneis dentro das frutas
- Presença de excrementos larvais nos frutos
- Diminuição da produção e qualidade dos frutos



TEMPERATURA E HUMIDADE
20-30°C
50-70%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Adultos voadores, vento, movimento de frutos infestados, transporte de plantas infectadas, ferramentas de cultivo contaminadas
Confira os tratamentos recomendados
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• (E)-5-DECEN-1-OL 1,1% (5,4mg/difusor) + (E)-5-DECEN-1-IL ACETATO 18,7% (92,2mg/difusor) + E-8-DODECENILACETATO 2,2% ( 10,7mg/difusor) + Z-8-dodecen-1-ol 0,3% (1,3mg/difusor) + Z-8-DODECENILACETATO 33,4% (164,8mg/difusor) difusor) [VP] P/P
• ACETATO DE (E)-5-DECEN-1-IL 17,48% + (E)-5-DECEN-1-OL 3,63% + MISTURA DE ACETATO DE (E)-8-DODECEN-1-IL + (Z)-8 -DODECEN-1-IL ACETATO + (Z)-8-DODECEN-1-OL 12,5% [AE] P/P
• ACETATO DE (Z)-8-DODECEN-1-IL 76 g/Kg + ACETATO DE (E)-8-DODECEN-1-IL 4,8 g/Kg + (Z)-8-DODECEN-1-OL 0, 8 g /Kg [AE] P/P
• (Z/E)-8 DODECENILA ACETATO 90,93% + Z-8-DODECEN-1-OL 0,67% (240 MG COMO MISTURA DE AMBOS S.A./DIFUSOR) [VP] P/P
• ACETAMIPRIDA 20% [SL] P/V
• Acetato de (E/Z)-8-dodecen-1-il 96,2 g/Kg + 51 g/Kg da mistura de acetato de (E)-5-decen-1-il e (E)-5-decen-1 -ol + acetato de n-hexadecil 35,6 g/Kg (1050 mg s.a./difusor) [VP] P/P
• ACETATO DE (Z)-8-DODECEN-1-IL 11,63% + ACETATO DE (E)-8-DODECEN-1-IL 0,75% + (Z)-8-DODECEN-1-IL 0, 12% [AE] P /P
• ACETATO DE (Z)-8-DODECEN-1-IL 4,65% + ACETATO DE (E)-8-DODECEN-1-IL 0,3% + Z-8-dodecen-1-ol 0,05% [VP] P/P
• CLORANTRANILIPROL 20% [SC] P/V
• CLORANTRANILIPROLE 5,17% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• Mistura de acetato de (E)-8-Dodecen-1-il + acetato de (Z)-8-Dodecen-1-il + (Z)-8-Dodecen-1-ol [AE] P/V
• MISTURA DE ACETATO DE (E/Z)-8-DODECEN-1-IL + (Z)-8-DODECEN-1-OL 10% [CS] P/P
• MISTURA DE ACETATO DE (Z,E)-8-DODECEN-1-IL + (Z)-8-DODECEN-1-OL 0,358 g/difusor [VP] P/P
• SPINETORAM 25% [GT] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• (E)-5-DECEN-1-OL 1,1% (5,4mg/difusor) + (E)-5-DECEN-1-IL ACETATO 18,7% (92,2mg/difusor) + E-8-DODECENILACETATO 2,2% ( 10,7mg/difusor) + Z-8-dodecen-1-ol 0,3% (1,3mg/difusor) + Z-8-DODECENILACETATO 33,4% (164,8mg/difusor) difusor) [VP] P/P
• ACETATO DE (E)-5-DECEN-1-IL 17,48% + (E)-5-DECEN-1-OL 3,63% + MISTURA DE ACETATO DE (E)-8-DODECEN-1-IL + (Z)-8 -DODECEN-1-IL ACETATO + (Z)-8-DODECEN-1-OL 12,5% [AE] P/P
• ACETATO DE (Z)-8-DODECEN-1-IL 76 g/Kg + ACETATO DE (E)-8-DODECEN-1-IL 4,8 g/Kg + (Z)-8-DODECEN-1-OL 0, 8 g /Kg [AE] P/P
• (Z/E)-8 DODECENILA ACETATO 90,93% + Z-8-DODECEN-1-OL 0,67% (240 MG COMO MISTURA DE AMBOS S.A./DIFUSOR) [VP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• Mistura de acetato de (E)-8-Dodecen-1-il + acetato de (Z)-8-Dodecen-1-il + (Z)-8-Dodecen-1-ol [AE] P/V
• MISTURA DE ACETATO DE (E/Z)-8-DODECEN-1-IL + (Z)-8-DODECEN-1-OL 10% [CS] P/P
• MISTURA DE ACETATO DE (Z,E)-8-DODECEN-1-IL + (Z)-8-DODECEN-1-OL 0,358 g/difusor [VP] P/P
Tratamentos biológicos
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI 50% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351, 640 g/kg) (32 MILHÕES DE CLU/g) 64% [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) (32 MILHÕES DE CLU/g) 54% (540 g/kg) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) (32 MILHÕES DE CLU/g) 54% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) 54[WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (Cepa EG 2348) 22,6% (24 x 10E6 UI/g) [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPÇÃO PB 54) (16x10E6 I.U./G) 8% [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (estirpe PB 54) (16x10E6 UI/G) 9,74% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPÇÃO PB 54) 32% (32 MILHÕES UI/G) [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (Cepa SA-11) 85% (32 MILHÕES UI/G) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) (24x106 UI/G) 18,3% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) 37,5% [WP] P/P
• GRANULOVIRUS DE CYDIA POMONELLA (ISOLADO MEXICANO) 90,9% (1X10e13 GRÂNULOS/L) [SC] P/V
• GRANULOVÍRUS DE CYDIA POMONELLA (R5 ISOLADO) 90,9% (1 X 10E13 GV/L) [SC] P/V
• GRANULOVÍRUS DE CYDIA POMONELLA (CpGV V22) (3 X 10E13 GRÁNULOS/L) 52% [SC] P/V
• STEINERNEMA FELTIAE (Parasitóides e nematóides predadores)
Recomendações
- Monitore regularmente as árvores em busca de sinais de infestação, especialmente durante a estação de crescimento.
- Instalar armadilhas de feromônios para capturar adultos e reduzir a população.
- Aplicar tratamentos inseticidas específicos durante os períodos de maior atividade das traças.
- Manter uma boa higiene do pomar, eliminando frutos caídos e restos de poda para reduzir locais de pupação.
- Implementar um programa integrado de manejo de pragas que inclua o uso de inimigos naturais como parasitóides e predadores.
- Realizar podas de treinamento e manutenção para melhorar a aeração e a exposição solar, reduzindo a umidade que favorece o desenvolvimento de larvas.
- Use redes de proteção para evitar que os adultos ponham ovos nas árvores.
- Aplicar tratamentos biológicos com Bacillus thuringiensis durante as primeiras fases de desenvolvimento larval.
- Alternar os inseticidas utilizados para evitar o desenvolvimento de resistência na população de mariposas.
- Promover a biodiversidade no jardim para atrair predadores naturais da mariposa oriental.
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