
Bacteriosis
Galo Da Coroa
Agrobacterium Tumefaciens
Patógeno:
Bactéria
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Agrobacterium tumefaciens é uma bactéria gram-negativa encontrada no solo e é conhecida por causar a doença da galha em várias plantas, incluindo a cereja. A bactéria tem a capacidade de transferir parte de seu DNA para a planta hospedeira por meio de um plasmídeo conhecido como plasmídeo Ti (indutor de tumor). Esse DNA transferido é integrado ao genoma da planta, causando a produção de hormônios vegetais que induzem a formação de galhas, ou tumores, na coroa e na região radicular. As bactérias persistem no solo, entrando na planta através de feridas causadas por práticas agrícolas, insetos ou danos mecânicos. Uma vez lá dentro, as bactérias se multiplicam e colonizam o tecido vegetal, continuando o ciclo liberando novas bactérias no solo à medida que as galhas envelhecem e se desintegram. A capacidade de A. tumefaciens causar tumores depende da presença de genes específicos no plasmídeo Ti, que são essenciais para a transferência de DNA e indução de doenças.
SINTOMAS
A galha da cerejeira é uma doença que afeta a saúde e a produtividade da árvore, causando a formação de tumores na região da copa e raiz. Esses tumores interferem no fluxo de nutrientes e água, enfraquecendo a árvore e tornando-a mais suscetível a outros patógenos e a condições ambientais adversas.
- Tumores arredondados ou irregulares na região da coroa e raiz.
- Galhas inicialmente pequenas e lisas, tornando-se grandes e ásperas com o tempo.
- Enfraquecimento geral da árvore e redução do vigor.
- Amarelecimento das folhas e desfolha prematura.
- Atraso no crescimento e redução na produção de frutos.
- Maior susceptibilidade à seca e outros factores de stress.
- Decadência e morte regressiva dos ramos afetados.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 28°C
60% - 80%

COMO SE ESPALHA?
Solo infectado, Água de irrigação contaminada, Ferramentas contaminadas, Material vegetal infectado, Insetos vetores, Vento

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 30% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• ÓXIDO CUPROSO 75% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 30% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• ÓXIDO CUPROSO 75% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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- Utilizar mudas livres de bactérias para estabelecer novas culturas.
- Evite lesões nas plantas durante o transplante e cultivo, pois as feridas são portas de entrada de bactérias.
- Pratique uma boa higiene dos utensílios agrícolas, desinfetando-os regularmente para evitar a propagação do patógeno.
- Implementar rotações de culturas e evitar plantar cerejeiras em solos onde tenha sido detectada a presença de A. tumefaciens.
- Aplicar bactericidas e produtos biológicos contendo cepas bacterianas antagônicas para reduzir a população de A. tumefaciens no solo.
- Promover uma boa drenagem do solo para evitar condições que favoreçam a infecção bacteriana.
- Monitorizar regularmente as culturas para detecção precoce de sintomas e eliminação de plantas afectadas.
- Promover o vigor das plantas através de fertilização e irrigação adequadas, fortalecendo a resistência natural das cerejeiras.
































