
Trips
Tripes
Frankliniella Occidentalis
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Frankliniella occidentalis, conhecido como tripes das flores ocidentais, é um pequeno inseto que infesta várias culturas, incluindo a alface. Os adultos medem entre 1 e 2 mm e possuem corpo alongado, geralmente amarelo ou marrom. Possuem asas franjadas que lhes permitem dispersar-se facilmente. A fêmea deposita seus ovos nos tecidos vegetais, onde se desenvolvem as larvas, que emergem após alguns dias. Essas larvas passam por dois estágios larvais antes de se tornarem ninfas, estágio em que param para pupar no solo ou na base das plantas. Eles então emergem como adultos prontos para se alimentar de folhas, flores e frutos. Os tripes têm um ciclo reprodutivo muito rápido em condições favoráveis, o que pode causar surtos explosivos nas culturas, especialmente em climas quentes e secos.
SINTOMAS
Na alface, os tripes se alimentam perfurando as células vegetais e sugando o conteúdo, o que provoca a destruição dos tecidos vegetais e o aparecimento de cicatrizes nas folhas. Esses danos reduzem a qualidade comercial da alface e podem tornar as plantas afetadas menos atrativas para venda. Além dos danos físicos diretos, os tripes também podem atuar como vetores de vírus, como o vírus da murcha do tomate (TSWV), agravando ainda mais os problemas na cultura.
- Folhas com cicatrizes prateadas ou castanhas devido à sucção da seiva.
- Deformações nas folhas jovens.
- Manchas marrons nas folhas.
- Presença de excrementos pretos na parte inferior das folhas.
- Aparecimento de vírus como o TSWV transmitido por tripes.
- Perda de vigor nas plantas afetadas.
- Redução no crescimento e qualidade das culturas.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20-30°C
40-60%

COMO SE ESPALHA?
Vento, movimento de plantas infestadas, ferramentas de cultivo contaminadas, humanos, migração de tripes alados

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ABAMECTIN 0,0015% + PIRETRINAS 0,02% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLUPRA 1,53% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLOURA 848,24 g/l [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• CIANRANILIPROL 10% + ACIBENZOLAR-S-METIL 1,25% [SC] P/V
• CIANRANILIPROL 20% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 1,5% [EW] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• FORMETANATO 50% [SP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SPINETORAM 2,5% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• ESPIROTETTRAMATO 10% [SC] P/V
• ESPIROTETTRAMATO 15% [OD] P/V
• TAU-FLUVALINATO 24% [EW] P/V
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• ÓLEO DE COLUPRA 1,53% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLOURA 848,24 g/l [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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- Implementar barreiras físicas, como telas anti-insetos, para evitar a entrada de tripes na cultura.
- Realizar inspeções periódicas nas fases iniciais de crescimento da alface para detectar precocemente a presença de tripes e aplicar medidas de controle imediatamente.
- Promover o controlo biológico através da introdução de predadores naturais de tripes, tais como ácaros predadores (*Amblyseius swirskii*) ou insectos como crisopídeos.
- Evitar o uso excessivo de inseticidas de amplo espectro que podem eliminar os inimigos naturais dos tripes e causar desequilíbrios no ecossistema da cultura.
- Use armadilhas adesivas azuis para monitorar a população de tripes e detectar infestações precoces.
- Rotação de culturas para quebrar o ciclo de vida dos tripes e reduzir a incidência de infestações em épocas sucessivas.
- Aplicar tratamentos fitossanitários específicos para tripes em momentos críticos, garantindo a alternância de diferentes modos de ação para evitar o aparecimento de resistência.
- Manter uma boa ventilação e controle de umidade nas estufas, pois o clima seco favorece o desenvolvimento de tripes.
































