
Orugas o gusanos
Medindo Larva
Rachiplusia Nu
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Rachiplusia nu, comumente conhecida como larva medidora, é um inseto lepidóptero pertencente à família Noctuidae. Este patógeno inicia seu ciclo com a fêmea depositando ovos nas folhas das plantas hospedeiras. Esses ovos eclodem em larvas, que são responsáveis pelos principais danos. As larvas passam por vários estágios de desenvolvimento, caracterizados por seu movimento característico de "medida" ao arquear o corpo. Nessa fase, alimentam-se vorazmente da folhagem, causando desfolha significativa. Posteriormente, as larvas transformam-se em pupas, geralmente no solo ou na parte inferior da planta. Eventualmente, emergem como mariposas adultas, prontas para se reproduzir e reiniciar o ciclo.
SINTOMAS
A doença conhecida como larva medidora, causada por Rachiplusia nu, afeta gravemente a quinoa, causando danos que podem comprometer a sanidade e o rendimento da cultura. As larvas se alimentam das folhas, deixando apenas as nervuras centrais em casos graves, o que reduz a capacidade fotossintética da planta. Este dano foliar pode levar à redução do crescimento e desenvolvimento, bem como à diminuição da produção de sementes.
- Desfolha significativa das folhas.
- Buracos irregulares na folhagem.
- Redução da capacidade fotossintética da planta.
- Menor crescimento e desenvolvimento da planta.
- Diminuição da produção de sementes.
- Presença de excrementos larvais nas folhas e no solo.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20-30°C
60-80%

COMO SE ESPALHA?
Movimento de larvas, Vento, Ferramentas contaminadas, Restos de plantas infectadas, Transporte de plantas infestadas

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• ENXOFRE 40% + CIPERMETRINA 0,5% [DP] P/P
• CIPERMETRINA 0,5% [DP] P/P
• CIPERMETRINA 10% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 10% [EW] P/V
• CIPERMETRINA 5% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 50% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• ESFENVALERATO 2,5% [CE] P/V
• ESFENVALERATO 5% [CE] P/V
• ESFENVALERATO 5% [EW] P/V
• FOSFETO DE ALUMÍNIO 56% [GE] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA (0,0075 g s.a./armadilha) [RB] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 0,12% [AE] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• Piretrinas 12,9 g/l [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% (EXTR. PIRETRE) [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% [CE] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• PIRIDABENO 10% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• ESPINOSADE 0,024% [CB] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• TEFLUTRINA 0,5% [GR] P/P
• TERRA DIATOMÉTICA 100% [CP] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• ENXOFRE 60% + BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPA PB 54) (1x10E6 I.U./G) 0,5% [DP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA (0,0075 g s.a./armadilha) [RB] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 0,12% [AE] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• Piretrinas 12,9 g/l [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% (EXTR. PIRETRE) [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% [CE] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• ESPINOSADE 0,024% [CB] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• TERRA DIATOMÉTICA 100% [CP] P/P
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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Não existe tratamento.
Não existem tratamentos para vírus.
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- Monitorizar regularmente as culturas para detectar a presença de ovos e larvas nas suas fases iniciais.
- Implementar a rotação de culturas para reduzir a presença contínua do patógeno na área.
- Utilizar armadilhas de feromônios para monitorar e controlar a população de mariposas adultas.
- Promover a biodiversidade no cultivo para favorecer a presença de inimigos naturais, como aves e parasitóides.
- Aplicar tratamentos biológicos, como Bacillus thuringiensis, específicos para larvas de lepidópteros e menos nocivos ao meio ambiente.
- Evitar o uso excessivo e indiscriminado de inseticidas químicos para prevenir o desenvolvimento de resistência.
- Manter uma boa higiene do campo, removendo e destruindo restos de plantas afetadas e resíduos de culturas.





























































