
Trips
Tripes
Tripes
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Tripes são pequenos insetos pertencentes à ordem Thysanoptera, conhecidos por sua capacidade de danificar diversas plantas. Medem aproximadamente 1-2 mm de comprimento e possuem corpos alongados com asas franjadas. Os tripes passam por vários estágios de desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adulto. As fêmeas adultas depositam seus ovos no tecido vegetal, onde as larvas emergem e começam a se alimentar da seiva da planta. As larvas se desenvolvem no mesmo tecido antes de cair no chão para formar uma pupa. Os adultos emergem e podem se dispersar rapidamente para novas plantas. Os tripes são capazes de se reproduzir assexuadamente (partenogênese) e sexualmente, permitindo-lhes adaptar-se rapidamente a diferentes ambientes. Todo o seu ciclo de vida pode durar apenas duas semanas em condições favoráveis, permitindo múltiplas gerações numa única estação de crescimento.
SINTOMAS
A infestação de tripes nas plantas causa uma doença que se caracteriza por diversos sintomas que afetam a saúde e a produtividade das plantas. Os tripes perfuram as células das plantas para se alimentar, resultando em manchas prateadas ou descoloridas nas folhas e flores. Essa alimentação também pode induzir a deformação de folhas e frutos, e o aparecimento de manchas pretas que são seus excrementos. Além disso, os tripes podem transmitir vírus fitopatogênicos, agravando os danos.
- Manchas prateadas ou descoloridas nas folhas e flores.
- Deformação de folhas e frutos.
- Pontos pretos (excrementos) na superfície das folhas.
- Redução do crescimento das plantas.
- Queda prematura de folhas e flores.
- Transmissão de vírus fitopatogênicos.
- Necrose tecidual.
- Murcha e enfraquecimento geral da planta.




TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 30°C
50% - 80%

COMO SE ESPALHA?
Vento, plantas infectadas, ferramentas contaminadas, contacto direto entre plantas, transferência de material vegetal, superfícies de culturas contaminadas, movimentos de pessoal e maquinaria nas culturas

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ABAMECTIN 0,0015% + PIRETRINAS 0,02% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLUPRA 1,53% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLOURA 848,24 g/l [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ACETAMIPRIDA 0,005% [AL] P/V
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• CIPERMETRINA 10% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 5% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 50% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 1,5% [EW] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• FORMETANATO 50% [SP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4,65% (como extrato de piretro) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• SPINETORAM 2,5% [SC] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• TAU-FLUVALINATO 24% [EW] P/V
• ARMADILHA ADESIVA
• ARMADILHA CROMÁTICA
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• ÓLEO DE COLUPRA 1,53% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLOURA 848,24 g/l [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4,65% (como extrato de piretro) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• ARMADILHA ADESIVA
• ARMADILHA CROMÁTICA
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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Não existe tratamento.
Não existem tratamentos para vírus.
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- Monitorar regularmente as plantas para detectar a presença de tripes em seus estágios iniciais.
- Use armadilhas adesivas azuis ou amarelas para capturar tripes adultos e reduzir a população.
- Implementar rotação de culturas para interromper o ciclo de vida do patógeno.
- Incentivar a presença de inimigos naturais como ácaros predadores, crisopídeos e joaninhas.
- Evite o uso excessivo de inseticidas que podem matar os inimigos naturais dos tripes.
- Manter uma boa higiene das culturas, eliminando restos de plantas e ervas daninhas que possam servir de refúgio para tripes.
- Aplique óleos minerais ou sabonetes inseticidas para sufocar tripes.
- Utilizar telas anti-insetos em estufas e áreas de cultivo protegidas.
- Aplicar tratamentos fitossanitários específicos seguindo recomendações técnicas e regulamentações locais.
- Melhorar as condições de cultivo, evitando o estresse hídrico e mantendo um nível adequado de fertilização para fortalecer as plantas.





























































