
Trips
Tripes
Frankliniella Occidentalis
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Frankliniella occidentalis, comumente conhecido como tripes das flores ocidentais, é um pequeno inseto que afeta uma ampla variedade de culturas, incluindo pimenta. Os adultos são alados e medem aproximadamente 1 mm de comprimento. Seu ciclo de vida começa com a postura dos ovos nos tecidos vegetais, que eclodem em poucos dias. As larvas passam por dois estágios larvais alimentando-se da planta hospedeira antes de cair no solo para entrar na fase de pupa. Esta fase dura entre 1 e 2 semanas, dependendo das condições ambientais. Os adultos surgem e procuram novas plantas para dar continuidade ao ciclo, com múltiplas gerações ao longo do ano, principalmente em climas quentes e secos. A capacidade reprodutiva de F. occidentalis é elevada e o seu rápido desenvolvimento permite que as populações cresçam de forma explosiva em condições favoráveis. Além disso, os tripes podem sobreviver em diversas condições e em diferentes partes da planta, dificultando seu controle.
SINTOMAS
Na pimenta, Frankliniella occidentalis causa uma doença conhecida como tripes que afeta significativamente a qualidade e a quantidade da produção. Os danos são causados principalmente pela alimentação de tripes, que raspam a superfície das folhas, flores e frutos para sugar os sucos celulares. Este dano mecânico direto causa descoloração, cicatrizes e malformações nas partes afetadas. Folhas e frutos afetados podem apresentar manchas prateadas ou brancas devido à destruição das células superficiais. A presença de tripes também estimula o crescimento de fungos saprofíticos e pode transmitir vírus nocivos às plantas.
Manchas prateadas ou brancas nas folhas e frutos
Cicatrizes e malformações nas partes afetadas
Descoloração de folhas e frutos
Perda de vigor nas plantas
Redução na qualidade e quantidade da produção
Transmissão de vírus de plantas




TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 30°C
40% - 70%

COMO SE ESPALHA?
Vento, Contato direto com plantas infectadas, Ferramentas de cultivo contaminadas, Insetos vetores

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 54,6% [EW] P/V
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• CIANRANILIPROL 10% + ACIBENZOLAR-S-METIL 1,25% [SC] P/V
• CIANRANILIPROL 20% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 1,5% [EW] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4,65% (como extrato de piretro) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• SPINETORAM 2,5% [SC] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• ESPIROTETTRAMATO 15% [OD] P/V
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 54,6% [EW] P/V
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4,65% (como extrato de piretro) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
PRODUTOS EFICAZES PARA ELIMINAR ESTA DOENÇA
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Use variedades de pimenta resistentes a tripes.
Implementar barreiras físicas como telas anti-insetos para evitar a entrada de tripes nas estufas.
Manter a higiene adequada na lavoura, eliminando restos de plantas e ervas daninhas que possam abrigar tripes.
Introduzir inimigos naturais de tripes, como ácaros predadores e vespas parasitóides, para controle biológico.
Use armadilhas adesivas azuis para monitorar e reduzir as populações de tripes.
Aplique óleos hortícolas e sabonetes inseticidas como medidas preventivas.
Faça aplicações de inseticidas de forma estratégica, rotacionando os produtos para evitar o desenvolvimento de resistência.
Monitore regularmente a cultura para detectar a presença de tripes e agir rapidamente aos primeiros sinais de infestação.
































