
Sintomas, tratamentos e recomendações para o tratamento de rastreio ou tiro de espingarda
Triagem Ou Peletização
Stigmina Carpophila / Wilsonomyces Carpophilus
Patógeno:
Type:
Cerezo
Fungo
Risco:
ALTO

Micosis/Hongos

QUEM O CAUSA?
Stigmina carpophila e Wilsonomyces carpophilus são fungos patogênicos responsáveis pela triagem ou peletização em cerejeiras. Esses fungos sobrevivem no inverno nos botões e nas lesões de brotos e galhos infectados. Com a chegada da primavera e o aumento da umidade, os esporos de conídios são produzidos e liberados em grandes quantidades. Esses esporos são espalhados pelo vento, pela água da chuva e pela irrigação aérea, infectando folhas, frutos e brotos jovens. Assim que os esporos pousam no tecido da cerejeira, eles germinam e penetram nos estômatos ou feridas, causando infecção. À medida que a doença progride, as lesões tornam-se visíveis e os fungos continuam a reproduzir-se, a espalhar-se e a sobreviver nos tecidos mortos, perpetuando o ciclo.
SINTOMAS
A triagem ou peletização causada por Stigmina carpophila e Wilsonomyces carpophilus afeta significativamente a cerejeira, danificando folhas, botões e frutos, e reduzindo a qualidade e a quantidade da produção. As infecções começam com o aparecimento de pequenas manchas nas folhas e frutos, que eventualmente evoluem para orifícios perfurados no tecido infectado.
- Aparecimento de manchas circulares marrons ou roxas nas folhas
- Perfurações nas folhas, dando aspecto peneirado
- Lesões escuras e deprimidas nos frutos
- Queda prematura de folhas e frutos afetados
- Cancros em rebentos e ramos jovens
- Secagem e morte de rebentos jovens


TEMPERATURA E HUMIDADE
10°C - 25°C
70% - 90%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Vento, chuva, irrigação por aspersão, ferramentas contaminadas, material vegetal infectado
Confira os tratamentos recomendados
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• CAPTAN 47,5% [SC] P/V
• CAPITÃO 80% [WG] P/P
• DIFENOCONAZOL 25% [CE] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 14% (exp. em Cu) + HIDRÓXIDO DE CÚPRICO 14% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 14% (exp. em Cu) + HIDRÓXIDO DE CÚPRICO 14% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
Tratamentos biológicos
• Trichoderma atrovirida cepa SC1 1(1 x 10E10 cfu)/g [WG] P/P
Recomendações
- Realizar podas sanitárias para eliminar e destruir as partes afetadas, principalmente no inverno.
- Aplicar fungicidas protetores e sistêmicos nos períodos de maior suscetibilidade, como brotação e floração.
- Melhorar a circulação de ar no pomar através de podas adequadas e manejo da densidade de plantio.
- Evite irrigação aérea durante a tarde para reduzir a umidade da folhagem.
- Utilizar variedades de cerejeiras resistentes aos fungos Stigmina carpophila e Wilsonomyces carpophilus.
- Manter uma boa saúde do solo, incorporando matéria orgânica e praticando a rotação de culturas.
- Monitorar regularmente o pomar para detectar os primeiros sintomas da doença e agir imediatamente.
- Implementar práticas integradas de manejo de pragas para controlar insetos que podem causar feridas nas plantas.
Link Patrocinado





