
Sintomas, tratamentos e recomendações para o tratamento de lagartas cortadeiras ou lagartas-do-cartucho
Cutworm Ou Verme Do Exército
Copitarsia Sp.
Patógeno:
Type:
Quinoa
Inseto
Risco:
ALTO

Orugas o gusanos

QUEM O CAUSA?
Copitarsia sp. é um gênero de lepidópteros noctuídeos conhecido por incluir várias espécies de lagartas ou lagartas do cartucho que afetam uma ampla variedade de culturas. Este patógeno inicia seu ciclo quando as fêmeas depositam seus ovos nas folhas ou no solo próximo às plantas hospedeiras. As larvas emergem dos ovos e passam a se alimentar vorazmente das folhas e caules das plantas jovens, causando danos significativos. Durante seu desenvolvimento, as larvas passam por vários estágios larvais, aumentando de tamanho e mudando de pele a cada estágio. Eventualmente, as larvas maduras penetram no solo para formar uma pupa. A fase pupal dura algumas semanas, após as quais os adultos alados emergem, acasalam e reiniciam o ciclo.
SINTOMAS
A doença conhecida como lagarta ou lagarta do cartucho, causada por Copitarsia sp., impacta negativamente a quinoa, principalmente em suas fases iniciais de crescimento. As larvas desse inseto cortam as mudas ao nível do solo e se alimentam das folhas, o que pode levar à morte das plantas jovens e reduzir a densidade da cultura. Esses danos também podem afetar o desenvolvimento e o desempenho das plantas sobreviventes.
- Mudas cortadas ao nível do solo.
- Folhas parcial ou totalmente consumidas.
- Redução da densidade de cultivo.
- Menor crescimento e desenvolvimento das plantas.
- Perda de plantas jovens.
- Diminuição do rendimento e da qualidade das culturas.


TEMPERATURA E HUMIDADE
15-25°C
70-90%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Movimento de larvas, Vento, Ferramentas contaminadas, Restos de plantas infectadas, Transporte de plantas infestadas
Confira os tratamentos recomendados
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• ENXOFRE 40% + CIPERMETRINA 0,5% [DP] P/P
• CIPERMETRINA 0,5% [DP] P/P
• CIPERMETRINA 10% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 10% [EW] P/V
• CIPERMETRINA 5% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 50% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• ESFENVALERATO 2,5% [CE] P/V
• ESFENVALERATO 5% [CE] P/V
• ESFENVALERATO 5% [EW] P/V
• FOSFETO DE ALUMÍNIO 56% [GE] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA (0,0075 g s.a./armadilha) [RB] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 0,12% [AE] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• Piretrinas 12,9 g/l [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% (EXTR. PIRETRE) [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% [CE] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• PIRIDABENO 10% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• ESPINOSADE 0,024% [CB] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• TEFLUTRINA 0,5% [GR] P/P
• TERRA DIATOMÉTICA 100% [CP] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• ENXOFRE 60% + BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPA PB 54) (1x10E6 I.U./G) 0,5% [DP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA (0,0075 g s.a./armadilha) [RB] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 0,12% [AE] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• Piretrinas 12,9 g/l [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% (EXTR. PIRETRE) [EC] P/V
• PIRETRINAS 2% [CE] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• ESPINOSADE 0,024% [CB] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• TERRA DIATOMÉTICA 100% [CP] P/P
Tratamentos biológicos
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI 50% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS ISRAELENSIS cepa AM65-52 (1,2 milhão UI/g) 12,3% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) (32 MILHÕES DE CLU/g) 54% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) 54[WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPÇÃO PB 54) (16x10E6 I.U./G) 8% [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (estirpe PB 54) (16x10E6 UI/G) 9,74% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (Cepa SA-11) 85% (32 MILHÕES UI/G) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa SA-12) 18% ((8,5 X 10^12 UFC/KG)) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) (24x106 UI/G) 18,3% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) 37,5% [WP] P/P
• BEAUVERIA BASSIANA (cepa 147) 5 x 10E8 UFC/g [MG] P/P
• BEAUVERIA BASSIANA (CEPÇÃO ATCC 74040) 2,3% (2,3X10E7 ESPOROS VIÁVEIS/ML) [OD] P/V
• BEAUVERIA BASSIANA (CEPA GHA) 22% (4,4 x 10E10 CONIDIAS/G) [WP] P/P
• ISARIA FUMOSOROSEA (cepa Apopka 97) 20% [WG] P/P
• PAECILOMYCES FUMOSOROSEUS (CEPÇÃO FE 9901) 18% (2 X 10 E9 UFC/G) [WP] P/P
• Nucleopoliedrovírus de Spodoptera littoralis (SpliNPV) (isolado BV-0005) 5 x 10E11 OBs/L [SC] P/V
• VÍRUS DA POLIEDROSE NUCLEAR DE SPODOPTERA EXIGUA (BV-0004) 50% (3,75 X 10E12 OB/L) [SC] P/V
Recomendações
- Monitorizar regularmente as culturas para detectar a presença de ovos e larvas nas suas fases iniciais.
- Implementar a rotação de culturas para reduzir a presença contínua do patógeno na área.
- Utilize barreiras físicas como coleiras de papelão ao redor das mudas para evitar o corte pelas larvas.
- Aplicar tratamentos biológicos, como Bacillus thuringiensis, específicos para larvas de lepidópteros e menos nocivos ao meio ambiente.
- Promover a biodiversidade no cultivo para favorecer a presença de inimigos naturais, como aves e parasitóides.
- Manter uma boa higiene do campo, removendo e destruindo restos de plantas afetadas e resíduos de culturas.
- Evitar o uso excessivo e indiscriminado de inseticidas químicos para prevenir o desenvolvimento de resistência.
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