
Inflamável
Phaeomoniella Chlamydospora / Phaeoacremonium Minimum / Diatrypaceae Sp. / Eutypa Sp.
Patógeno:
Type:
Vid
Fungo
Risco:
ALTO

Seca de ramas y brotes

QUEM O CAUSA?
*Phaeomoniella chlamydospora*, *Phaeoacremonium mínimo*, *Diatrypaceae sp.* e *Eutypa sp.* são os principais patógenos envolvidos na doença Tinder na videira. Essas espécies de fungos se desenvolvem principalmente nos tecidos vasculares da planta, causando a degradação da madeira. *Phaeomoniella chlamydospora* e *Phaeoacremonium mínimo* são responsáveis pela fase inicial da doença, colonizando os vasos da planta e liberando toxinas que interrompem o fluxo de água. *Eutypa sp.* e *Diatrypaceae sp.* estão mais comumente associadas aos estágios avançados da doença, onde produzem corpos frutíferos que liberam esporos, favorecendo a dispersão. Esses fungos infiltram-se através de feridas de poda ou danos mecânicos e podem sobreviver na madeira por longos períodos. À medida que as condições ambientais se tornam favoráveis, como alta umidade e temperaturas adequadas, os patógenos aumentam sua atividade, espalhando-se e afetando mais tecidos vegetais.
SINTOMAS
A Yesca provoca uma deterioração progressiva da videira, começando pelo enfraquecimento das folhas e dos cachos, seguindo-se a necrose da madeira e, em casos avançados, a morte súbita da planta. Os sintomas podem aparecer em diferentes fases do ciclo vegetativo e variar dependendo da idade da planta e das condições ambientais. Em geral, as plantas afetadas apresentam envelhecimento prematuro e redução significativa da produção.
- Manchas cloróticas ou amareladas nas folhas, com bordas necróticas.
- Cachos que secam antes de amadurecer.
- Necrose interna no tronco e braços da videira.
- Formação de veios enegrecidos na madeira.
- Morte súbita da planta durante os meses de verão.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20-30°C
65-90%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Esporos aéreos, ferramentas contaminadas, feridas de poda, solo infectado, água de irrigação, insetos vetores
Confira os tratamentos recomendados
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
-
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
-
Tratamentos biológicos
• TRICHODERMA ASPERELLUM (CEPÇÃO ICC012) 2% + TRICHODERMA GAMSII (CEPÇÃO ICC080) 2% (3 X 10E7 UFC/G (Soma de AMBOS OS MICRORGANISMOS)) [WP] P/P
• TRICHODERMA ATROVIRIDE (CEPÇÃO I-1237) 5% (1 X 10E8 UFC/G) [WP] P/P
• Trichoderma atrovirida cepa SC1 1(1 x 10E10 cfu)/g [WG] P/P
Recomendações
- Realizar podas higiênicas, eliminando e destruindo as partes afetadas pela doença para diminuir a propagação do fungo.
- Evite grandes feridas durante a poda, pois são as principais vias de entrada de patógenos, e utilize pasta cicatrizante nas áreas cortadas.
- Desinfete as ferramentas de poda entre as plantas para evitar a transmissão de esporos de um indivíduo para outro.
- Plantar castas mais tolerantes à doença, sempre que possível, para reduzir a suscetibilidade da cultura.
- Promover o manejo adequado da irrigação e da fertilização para reduzir o estresse nas plantas, o que pode torná-las mais suscetíveis a infecções.
- Realizar monitorização regular na vinha, observando os sinais iniciais de infecção para tomar medidas precoces.
- Aplicar preventivamente fungicidas autorizados em áreas onde a doença é endêmica, evitando o uso excessivo para prevenir resistência.
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