
Podridão Interna
Monosporium Sp., Phoma Sp., Sporotrichum Sp., Etc...
Patógeno:
Type:
Cactus
Fungo
Risco:
ALTO

Micosis/Hongos

QUEM O CAUSA?
A podridão interna dos cactos é causada por uma variedade de fungos, incluindo Monosporium, Phoma e Sporotrichum. Esses fungos geralmente estão presentes no solo e em restos vegetais, onde se desenvolvem em condições de alta umidade e temperaturas moderadas. Monosporium é um fungo que se espalha por esporos assexuados que são liberados e transportados pelo vento ou pela água. Phoma, outro fungo envolvido, produz esporos em estruturas chamadas picnídios, que se formam em tecidos mortos ou em decomposição, e são liberados no meio ambiente quando esses tecidos se decompõem. O Sporotrichum, por sua vez, se espalha através de conídios que germinam em superfícies úmidas, penetrando nas plantas através de feridas ou áreas enfraquecidas. Uma vez dentro do cacto, esses fungos colonizam os tecidos internos, decompondo-os e causando apodrecimento. Os fungos se alimentam de nutrientes das plantas, desenvolvendo-se e espalhando-se rapidamente em condições favoráveis.
SINTOMAS
A podridão interna que esses fungos causam no cacto pode ser devastadora, afetando sua saúde e vitalidade. Os cactos infectados mostram sinais de declínio e a doença pode progredir rapidamente se não for detectada e tratada precocemente. A infecção geralmente começa nas raízes ou na base do cacto, onde os fungos encontram condições ótimas para seu desenvolvimento.
- Descoloração e amolecimento dos tecidos internos.
- Aparecimento de manchas marrons ou pretas na base do cacto.
- Mau cheiro devido à decomposição dos tecidos.
- Redução do crescimento e vigor do cacto.
- Colapso das estruturas afetadas.
- Exsudação de líquidos escuros e viscosos.
- Morte das raízes, impedindo a absorção de água e nutrientes.

TEMPERATURA E HUMIDADE
15°C a 25°C
70% a 90%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Água de irrigação, Solo contaminado, Ferramentas infectadas, Material vegetal infectado, Vento, Restos de plantas em decomposição
Confira os tratamentos recomendados
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• AZOXISTROBINA 25% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [WG] P/P
• ENXOFRE 80% [WP] P/P
• DIFENOCONAZOL 0,0167% [AL] P/V
• DIFENOCONAZOL 1,67% [CE] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 14% (exp. em Cu) + HIDRÓXIDO DE CÚPRICO 14% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• PIRACLOSTROBINA 6,7% + BOSCALIDA 26,7% ( ) [GT] P/P
• PIRACLOSTROBINA 6,7% + BOSCALIDA 26,7% (I) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 19% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• TETRACONAZOL 10% [CE] P/V
• TETRACONAZOL 12,5% [ME] P/V
• TETRACONAZOL 4% [ME] P/V
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ENXOFRE 80% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [WG] P/P
• ENXOFRE 80% [WP] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 14% (exp. em Cu) + HIDRÓXIDO DE CÚPRICO 14% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 19% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
Tratamentos biológicos
• BACILLUS AMYLOLIQUEFACIENS subsp. plantarum (cepa D747) 5% [SC] P/V
• BACILLUS SUBTILIS (CEPÇÃO QST 713) 1,34% [SC] P/V
Recomendações
- Evite regas excessivas para reduzir a umidade que favorece o desenvolvimento de fungos.
- Melhorar a drenagem do solo para evitar o acúmulo de água.
- Utilize substratos bem arejados e estéreis para o plantio de cactos.
- Desinfetar ferramentas e equipamentos antes de utilizá-los em diferentes fábricas.
- Inspecione regularmente os cactos e remova imediatamente as partes afetadas.
- Aplicar preventivamente fungicidas específicos recomendados para fungos do solo.
- Promova uma boa circulação de ar ao redor das plantas para reduzir a umidade.
- Evite plantar cactos em solos com histórico de infecções por esses fungos.
- Pratique a rotação de culturas para reduzir a pressão dos patógenos no solo.
- Use variedades de cactos menos suscetíveis a essas infecções.
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