
Percevejos
Percevejos
Patógeno:
Tipo:
Plantas decorativas de jardín y/o interior
Inseto
Risco:
INTERMEDIÁRIO

Chinches

QUEM O CAUSA?
Insetos fitófagos são insetos hemípteros que se alimentam do conteúdo celular das plantas usando seu aparelho bucal sugador e mordedor. Passam por desenvolvimento hemimetábolo, ou seja, sem metamorfose completa. As fêmeas adultas depositam seus ovos em grupos, geralmente na parte inferior das folhas ou em caules tenros. Após a eclosão, as ninfas emergem e passam por diversas mudas até atingirem o estado adulto. Durante todos os estágios ninfais, os percevejos se alimentam de tecidos vegetais, causando danos desde os estágios iniciais. Algumas espécies completam várias gerações por ano, especialmente em regiões quentes onde as condições permitem o seu desenvolvimento contínuo. Sua atividade aumenta notavelmente nas estações secas e quentes, e podem se movimentar ativamente em busca de hospedeiros, favorecendo a dispersão nas lavouras. Além disso, seu comportamento gregário em algumas fases favorece ataques simultâneos que aumentam a gravidade dos danos.
SINTOMAS
A presença de percevejos nas plantas causa danos diretos ao sugar a seiva e os tecidos celulares, bem como danos indiretos quando transmitem patógenos agindo como vetores. As picadas provocam alteração no crescimento dos tecidos, deformações e necrose localizada, além de gerar feridas por onde podem entrar outros microrganismos. Em culturas sensíveis, o seu ataque repetido compromete a qualidade comercial de frutos, folhas ou sementes.
Manchas escuras em folhas ou frutos devido à alimentação, deformações em brotos tenros, frutos malformados ou com áreas afundadas, murcha localizada em folhas jovens, presença de excrementos escuros nas superfícies afetadas, atraso no crescimento das plantas, necrose em áreas de picada, queda prematura de flores e frutos.

TEMPERATURA E UMIDADE
24°C – 34°C
50% – 70%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Movimento ativo, vento, material vegetal contaminado, migração de áreas adjacentes, transporte de máquinas ou ferramentas contaminadas
Quer ver-se livre dessa praga? Escolha como quer tratá-la.
TRATAMENTOS
Tratamento químico
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/V
• ACETAMIPRIDA 20% [SP] P/P
• AZADIRACTINA 1% (COMO AZADIRACTINA A) [CE] P/V
• CIPERMETRINA 50% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 1,5% [EW] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• ESFENVALERATO 2,5% [CE] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• SULFOXAFLOR 12% [SC] P/V
• TAU-FLUVALINATO 24% [EW] P/V
Traitements autorisés en agriculture biologique
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/V
• AZADIRACTINA 1% (COMO AZADIRACTINA A) [EC] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
Tratamentos biológicos
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Recomendações
Remova manualmente ovos e ninfas em pequenas culturas.
Use armadilhas coloridas ou armadilhas de feromônios para monitoramento e captura.
Incentive a presença de inimigos naturais, como vespas parasitóides e aranhas.
Evite o uso excessivo de inseticidas de amplo espectro que afetam a fauna benéfica.
Implementar barreiras físicas ou malhas em culturas de elevado valor económico.
Mantenha as bordas da cultura livres de ervas daninhas e restos de plantas onde possam se refugiar.
Realizar monitoramento frequente durante as fases de desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da cultura.
Faça rotação de culturas e evite plantar espécies sensíveis em sequência contínua.
Aplicar inseticidas específicos com ação sistêmica ou de contato somente quando os limites de dano forem excedidos.
Faça associações de culturas que repelem ou desorientem percevejos, como o uso de plantas armadilhas.
























