
Tuta absoluta
Tuta absoluta
Patógeno:
Tipo:
Plantas decorativas de jardín y/o interior
Inseto
Risco:
CRÍTICO

Tuta absoluta

QUEM O CAUSA?
Tuta ABSOLUTA, comumente conhecida como mariposa do tomate, é uma pequena mariposa nativa da América do Sul que conseguiu se espalhar globalmente, afetando seriamente as culturas hortícolas. Seu corpo é alongado, com asas cinzentas e mosqueadas e envergadura que não ultrapassa 10 mm. As fêmeas adultas depositam ovos isoladamente ou em grupos nas folhas, caules e frutos. As larvas emergem desses ovos e entram rapidamente nos tecidos vegetais, onde permanecem durante a maior parte do seu desenvolvimento. Essas larvas passam por quatro estágios antes da pupa, formando galerias no interior da planta. A pupação pode ocorrer dentro da planta ou no solo, protegida por um casulo. Em condições quentes, o ciclo é concluído em pouco mais de três semanas, permitindo múltiplas gerações por ano. Essa alta taxa reprodutiva, aliada à sua capacidade de se desenvolver escondida no tecido vegetal, dificulta seu controle e favorece sua rápida expansão.
SINTOMAS
Nas Plantas, a Tuta ABSOLUTA causa uma doença devastadora, principalmente nas culturas de tomate, embora também afete outras solanáceas. As larvas perfuram folhas, caules e frutos, comprometendo a fisiologia da planta e reduzindo drasticamente a produtividade. Danos larvais internos impedem a detecção precoce, permitindo que o patógeno se multiplique antes de ser notado. A perda comercial não se deve apenas aos danos diretos, mas também à diminuição da qualidade dos frutos e à maior vulnerabilidade a infecções secundárias.
- Galerias sinuosas em folhas e caules
- Queda prematura das folhas devido a danos internos
- Perfurações visíveis em frutas com excrementos escuros
- Necrose localizada nas áreas afetadas
- Brotos terminais mortos ou deformados
- Presença de larvas esbranquiçadas no interior do fruto ou nas folhas
- Redução significativa na produção comercial

TEMPERATURA E UMIDADE
20 °C – 30 °C
30 % – 70 %
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Plantas infestadas, Material vegetal contaminado, Vento, Movimento de pessoas, Ferramentas agrícolas, Transporte de produtos, Culturas vizinhas
Quer ver-se livre dessa praga? Escolha como quer tratá-la.
TRATAMENTOS
Tratamento químico
• AZADIRACTINA 1% (COMO AZADIRACTINA A) [CE] P/V
• Azadiractina 2,6% (COMO AZADIRACTINA A) [CE] P/V
• CIPERMETRINA 5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• EMAMECTINA 0,855% [SG] P/P
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• ESPINETORAM 2,5% [SC] P/V
Traitements autorisés en agriculture biologique
• AZADIRACTINA 1% (COMO AZADIRACTINA A) [CE] P/V
• Azadiractina 2,6% (COMO AZADIRACTINA A) [CE] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
Tratamentos biológicos
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI (CEPA GC-91) 50% (3,05 x 10^13 ESPOROS/KG) [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI 50% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPA EG 2348) 22,6% (24 x 10^13 UI/g) [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPA SA-11) 85% (32 MILHÕES UI/G) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPA SA-12) 18% ((8,5 x 10^12 UFC/KG)) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) 37,5% [WP] P/P
• HETERORHABDITIS BACTERIOPHORA (Nematoides parasitoides e predadores)
• MACROLOPHUS PYGMAEUS
• STEINERNEMA FELTIAE (Nematoides parasitoides e predadores)
Recomendações
- Implementar armadilhas de feromônios para monitorar e reduzir a população adulta.
- Utilizar telas anti-insetos nas estufas para evitar a entrada de adultos.
- Faça uma revisão completa do material vegetal antes de introduzi-lo em novas parcelas ou estufas.
- Eliminar restos de culturas e ervas daninhas que possam servir de refúgio ou fonte de reinfestação.
- Aplicar tratamentos biológicos com parasitóides ou predadores naturais como Trichogramma ou Nesidiocoris.
- Promover a biodiversidade nas culturas para aumentar a presença de inimigos naturais.
- Utilizar extratos vegetais com ação repelente ou inseticida, como o nim, alternadamente.
- Alternar princípios ativos em tratamentos químicos para evitar a seleção de indivíduos resistentes.
- Realizar tratamentos localizados nos focos de infestação, evitando pulverizações generalizadas.
- Controlar a temperatura e a umidade nas estufas para impedir a rápida proliferação da praga.
























