
Micosis/Hongos
Reforço De Azeitona
Sphaeropsis Dalmatica / Bostryosphaeria Dothidea
Patógeno:
Fungo
Tipo:
Risco para a planta:
LEVE



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
O patógeno Sphaeropsis dalmatica ou Bostryosphaeria dothidea é um fungo que afeta as oliveiras, conhecido por causar a doença conhecida como reforço da azeitona. Este fungo produz estruturas de resistência chamadas peritécios, que se desenvolvem em tecidos vegetais mortos ou moribundos. Os peritécios liberam ascósporos quando as condições são favoráveis, geralmente na presença de umidade. Estes esporos podem infectar partes saudáveis das oliveiras, como ramos, folhas ou frutos, e continuar o seu ciclo de infecção.
SINTOMAS
Na oliveira, a doença pode manifestar-se com diversos sintomas, como murchamento dos ramos, aparecimento de manchas nas folhas e frutos e morte regressiva dos ramos. Em geral, observa-se uma diminuição na vitalidade e produtividade da árvore. Os principais sintomas são:
• Murchamento de galhos.
• Aparecimento de manchas nas folhas e frutos.
• Morte regressiva de filiais.
• Diminuição da vitalidade da árvore.
• Danos na casca dos galhos e tronco.



TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 25°C
60% - 80%

COMO SE ESPALHA?
Esporos liberados de peritécios, contato com tecidos infectados, vento e chuva carregando esporos.

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• FOSFONATOS DE POTÁSSIO 50,4% (exp. como ácido fosforoso) [SL] P/V
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• FOSFONATOS DE POTÁSSIO 50,4% (exp. como ácido fosforoso) [SL] P/V
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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• Efectuar podas sanitárias para eliminar as partes afectadas das oliveiras.
• Manter boa ventilação e exposição solar das plantações.
• Evite regar excessivamente para evitar condições excessivamente húmidas.
• Aplicar fungicidas de acordo com recomendações de especialistas.
• Estabelecer um programa de monitorização regular para detectar precocemente a doença.
• Promover a biodiversidade nas plantações para manter os inimigos naturais dos patógenos.
































