
Polillas
Mariposa Falsa
Thaumatotibia Leucotreta
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
CRITICAL (Agência de Quarentena)



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Thaumatotibia leucotreta, comumente conhecida como falsa mariposa, é uma praga que afeta uma grande variedade de árvores frutíferas em diferentes regiões do mundo. É uma mariposa cujas larvas se alimentam de frutos, causando prejuízos significativos à sua qualidade e rendimento. A falsa mariposa é uma ameaça significativa para a indústria frutícola devido à sua capacidade de danificar várias culturas, incluindo maçãs, peras, pêssegos e ameixas, entre outras.
SINTOMAS
Nas árvores frutíferas, a infestação pela falsa mariposa pode causar uma série de sintomas prejudiciais. Entre os sinais mais comuns estão a presença de galerias ou túneis na polpa dos frutos, o aparecimento de exsudato ou podridão em áreas danificadas e a queda prematura de frutos infectados. Além disso, as larvas da mariposa podem introduzir patógenos secundários, aumentando o risco de doenças pós-colheita.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 30°C
60% - 80%

COMO SE ESPALHA?
Movimento de material vegetal infectado, transporte humano, dispersão natural pelo voo da mariposa.

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• Cryptophlebia leucotreta (feromônios) (feromônios atraentes de lepidópteros)
• CIPERMETRINA 10% [CE] P/V
• TEBUFENOCIDA 24% [SC] P/V
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• Cryptophlebia leucotreta (feromônios) (feromônios atraentes de lepidópteros)
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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Para prevenir e controlar a falsa infestação por lagartas do bacalhau em árvores de fruto, recomenda-se a implementa ção de uma série de práticas integradas de gestão de pragas. Isto inclui a monitorização regular das culturas quanto à presença da praga, a utilização de armadilhas de feromonas para monitorizar a sua população e a aplicação de insecticidas específicos em momentos chave do ciclo de vida da mariposa.
































