
Bacteriosis
Fogo bacteriano ou queimadura bacteriana: o que é, como ocorre e como eliminá-lo de forma eficaz
Praga De Fogo Ou Névoa De Pêra
Erwinia Amylovora
Patógeno:
Bactéria
Tipo:
Risco para a planta:
CRÍTICO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Erwinia amylovora é uma bactéria Gram-negativa que causa a doença conhecida como queima do fogo em várias plantas da família Rosaceae. Essa bactéria se multiplica nos tecidos vegetais e pode sobreviver no interior de plantas infectadas, bem como em superfícies externas, como cascas de árvores. Durante a primavera, com o aumento da umidade e da temperatura, as bactérias começam a exsudar dos tecidos infectados na forma de uma substância pegajosa contendo milhões de células bacterianas. Esses exsudatos podem ser espalhados pelo vento, chuva, insetos e ferramentas de poda. As bactérias entram nas plantas através de feridas ou aberturas naturais, como estômatos e nectários. Uma vez no interior, multiplicam-se rapidamente, bloqueando os vasos condutores e causando a morte dos tecidos afetados. Esta capacidade de dispersão e sobrevivência em diferentes ambientes permite que Erwinia amylovora seja altamente infecciosa e destrutiva.
SINTOMAS
Na pereira, Erwinia amylovora causa a doença conhecida como queimadura ou queimadura do fogo. Esta doença é caracterizada pelo aparecimento de sintomas que podem devastar as plantações, principalmente durante o período de cultivo ativo. Os primeiros sinais de infecção costumam aparecer nas flores, que murcham e ficam pretas, mas permanecem aderidas à planta. A infecção pode se espalhar rapidamente para os galhos, causando necrose e o típico aspecto queimado nas folhas e brotos.
- Murchamento e escurecimento das flores
- Necrose em brotos e galhos
- Aparência queimada de folhas e botões
- Exsudato bacteriano pegajoso em feridas
- Cancros em galhos e tronco
- Morte súbita de ramos jovens



TEMPERATURA E HUMIDADE
18-24°C
70-90%

COMO SE ESPALHA?
Vento, Chuva, Insetos, Ferramentas de poda, Contato direto entre plantas

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• FOSETIL-AL 80% [GT] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• LAMINARINA 4,5% [SL] P/S
• OXICLORETO DE COBRE (Exp. em Cu) 52% [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• ÓXIDO CUPROSO 75% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• PROHEXADIONA-CÁLCIO 10% [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• LAMINARINA 4,5% [SL] P/S
• OXICLORETO DE COBRE (Exp. em Cu) 52% [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• ÓXIDO CUPROSO 75% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
PRODUTOS EFICAZES PARA ELIMINAR ESTA DOENÇA
Link Patrocinado
Link Patrocinado
Link Patrocinado
Link Patrocinado
- Plantar variedades de pereiras resistentes ao fogo.
- Mantenha uma boa higiene no jardim, eliminando e destruindo as plantas infectadas.
- Podar os ramos afetados pelo menos 30 cm abaixo da área infectada e desinfetar as ferramentas de poda.
- Evite a irrigação aérea durante a floração para reduzir a propagação de bactérias.
- Aplicar tratamentos preventivos com bactericidas à base de cobre ou antibióticos específicos sob supervisão de um agrônomo.
- Controlar insetos vetores que podem transmitir bactérias entre plantas.
- Monitorar o clima e aplicar tratamentos preventivos diante de condições favoráveis à infecção (alta umidade e temperaturas moderadas).
- Realizar inspeções regulares e precoces para detectar os sintomas iniciais da doença.
































