
Ácaros
Ácaros
Calepitrimerus Vitis (Epitrimerus / Phyllocoptes Vitis)
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Calepitrimerus vitis, também conhecido como ácaro da videira, é um ácaro microscópico que pertence à família Eriophyidae. Este patógeno é um artrópode que se encontra principalmente na vinha, onde a sua atividade está intimamente ligada ao ciclo vegetativo da planta. Os adultos são alongados e extremamente pequenos, medindo apenas cerca de 0,15 mm de comprimento, o que os torna praticamente invisíveis a olho nu. Desenvolvem-se principalmente nos botões da videira durante o inverno, onde permanecem dormentes até que as condições climáticas sejam favoráveis. Durante a primavera, começam a surgir e a alimentar-se dos tecidos jovens da videira, afectando folhas, botões e por vezes até os cachos em formação. Esse processo de alimentação, além de causar danos diretos, também provoca deformações e alterações na planta. Seu ciclo de desenvolvimento inclui vários estágios, desde ovo, larva, protoninfa, deutoninfa e adulto, com uma geração aproximadamente a cada mês em condições ideais.
SINTOMAS
A doença causada por Calepitrimerus vitis na videira é conhecida por causar enfraquecimento do crescimento e malformações nas folhas e rebentos. Os danos causados por este ácaro podem afectar gravemente a capacidade produtiva da planta, especialmente se as populações forem elevadas e as medidas de controlo não forem tomadas a tempo. O ácaro se alimenta de tecidos jovens, o que interfere no desenvolvimento normal das estruturas vegetais. As folhas afetadas apresentam amolgadelas, manchas cloróticas e enrolam-se para cima. Em casos mais graves, a produção de uva pode ser reduzida devido à interferência na fotossíntese e ao enfraquecimento geral da planta.
- Folhas com amolgadelas e manchas amareladas.
- Rolamento das folhas para cima.
- Brotos fracos e malformados.
- Perda de vigor da planta.
- Redução na produção de uva.
- Desgaste prematuro dos botões afetados.


TEMPERATURA E HUMIDADE
18-28°C
50-80%

COMO SE ESPALHA?
Vento, Ferramentas de poda contaminadas, Contato entre plantas, Material vegetal infectado

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ÓLEO DE ESTRUTURA 77,7% [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [64742-46-7]) 79% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [64742-46-7]) 80% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 54,6% [EW] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 79% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• Óleo de parafina 65,4% [EW] P/V
• ENXOFRE 70% [SC] P/V
• ENXOFRE 72% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [DP] P/P
• ENXOFRE 80% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [WG] P/P
• ENXOFRE 80% [WP] P/P
• ENXOFRE 90% [DP] P/P
• ENXOFRE 98,5% [DP] P/P
• ENXOFRE 99% [DP] P/P
• FENPIROXIMATO 6,24% + HEXITIAZOX 3,12% [SC] P/V
• HEXITIAZOX 10% [WP] P/P
• HEXITIAZOX 25,13% [SC] P/V
• HEXITIAZOX 25,87% [SC] P/V
• HEXITIAZOX 25% [SC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• MALTODEXTRINA 47,6% [SL] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• ESPIROTETTRAMATO 10% [SC] P/V
• TAU-FLUVALINATO 24% [EW] P/V
Tratamentos permitidos na agricultura biológica
• ÓLEO DE ESTRUTURA 77,7% [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [64742-46-7]) 79% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [64742-46-7]) 80% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 54,6% [EW] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 79% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• Óleo de parafina 65,4% [EW] P/V
• ENXOFRE 70% [SC] P/V
• ENXOFRE 72% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [DP] P/P
• ENXOFRE 80% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [WG] P/P
• ENXOFRE 80% [WP] P/P
• ENXOFRE 90% [DP] P/P
• ENXOFRE 98,5% [DP] P/P
• ENXOFRE 99% [DP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• MALTODEXTRINA 47,6% [SL] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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- Realizar monitoramento periódico dos botões durante o inverno para detectar a presença precoce do ácaro.
- Mantenha a planta bem nutrida e evite estresse hídrico para que ela fique mais resistente a pragas.
- Podar regularmente para eliminar as partes afetadas da planta, evitando que o ácaro se espalhe para novas áreas.
- Aplicar óleos hortícolas durante o repouso invernal da videira para reduzir a população de ácaros nos botões.
- Utilizar produtos acaricidas específicos quando for detectada alta população de ácaros, seguindo sempre as instruções do fabricante para garantir a correta aplicação.
- Alternar diferentes tipos de acaricidas para evitar o desenvolvimento de resistência nas populações de ácaros.
- Promover o controlo biológico através da introdução de predadores naturais de ácaros na vinha.
































