
Micosis/Hongos
Prateamento cereja: o que é, como ocorre e como removê-lo com eficácia
Prata Cereja
Chondrostereum Purpureum
Patógeno:
Fungo
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Chondrostereum purpureum é um fungo patogênico pertencente à classe Basidiomycetes, responsável pela doença conhecida como cereja prateada. Este fungo produz esporos de basidiósporos que são dispersos pelo vento e pela chuva. Quando os esporos pousam em uma ferida recente na planta, eles germinam e o micélio penetra nos tecidos vivos, colonizando o xilema e outras partes internas da planta. À medida que o micélio cresce, produz toxinas que causam descoloração e deterioração dos tecidos vegetais. Durante o outono e a primavera, o fungo forma corpos frutíferos roxos a acinzentados nas áreas infectadas, que liberam novos esporos para continuar o processo de infecção. O patógeno pode sobreviver em madeira morta e restos de plantas, permitindo sua persistência no ambiente e facilitando a infecção de novas plantas.
SINTOMAS
O prateamento da cereja causado por Chondrostereum purpureum afeta principalmente as folhas e galhos da cerejeira, manifestando-se com uma descoloração prateada característica das folhas e uma redução no vigor geral da planta. Esta doença pode enfraquecer significativamente a cerejeira, afetando sua capacidade produtiva e saúde a longo prazo.
- Descoloração prateada das folhas.
- Aparecimento de folhas frágeis e quebradiças.
- Perda prematura de folhas.
- Galhos enfraquecidos e mortos.
- Redução do crescimento anual da planta.
- Aparecimento de corpos frutíferos roxo-acinzentados na madeira infectada.
- Diminuição da produção de frutos.





TEMPERATURA E HUMIDADE
10°C - 25°C
80% - 100%

COMO SE ESPALHA?
Vento, chuva, feridas de poda, ferramentas contaminadas, material vegetal infectado

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ENXOFRE 70% [SC] P/V
• ENXOFRE 72% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [WG] P/P
• ENXOFRE 80% [WP] P/P
• ENXOFRE 82,5% [SC] P/V
• DIFENOCONAZOL 1,67% [CE] P/V
• DIFENOCONAZOL 25% [CE] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 30% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 14% (exp. em Cu) + HIDRÓXIDO DE CÚPRICO 14% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• ÓXIDO CUPROSO 75% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• PIRACLOSTROBINA 6,7% + BOSCALIDA 26,7% ( ) [GT] P/P
• PIRACLOSTROBINA 6,7% + BOSCALIDA 26,7% [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• TEBUCONAZOL 20% [EW] P/V
• TEBUCONAZOL 25% [EW] P/V
• TEBUCONAZOL 25% [GT] P/P
Tratamentos permitidos na agricultura biológica
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ENXOFRE 70% [SC] P/V
• ENXOFRE 72% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [SC] P/V
• ENXOFRE 80% [WG] P/P
• ENXOFRE 80% [WP] P/P
• ENXOFRE 82,5% [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 13,6% (EXPR. EM CU) + OXICLORETO DE COBRE 13,6% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 30% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 36% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• HIDRÓXIDO CÚPRICO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 14% (exp. em Cu) + HIDRÓXIDO DE CÚPRICO 14% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 25% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 30% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (exp. em Cu) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 35% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 37,5% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 38% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• OXICLORETO DE COBRE 52% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• OXICLORETO DE COBRE 70% [SC] P/V
• ÓXIDO CUPROSO 50% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• ÓXIDO CUPROSO 75% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 12,4% (EXPR. EM CU) [SC] P/V
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WP] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
• SULFATO CUPROCALCICO 20% [WP] P/P
• SULFATO DE COBRE TRIBÁSICO 40% (EXPR. EM CU) [WG] P/P
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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Não existe tratamento.
Não existem tratamentos para vírus.
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- Faça podas regulares para eliminar ramos mortos ou doentes e melhorar a circulação do ar.
- Desinfete as ferramentas de poda para evitar a propagação do fungo.
- Aplique selantes de feridas nos cortes de poda para evitar a entrada de esporos.
- Remover e destruir restos de podas e madeira infectada.
- Utilize fungicidas apropriados durante períodos de alta suscetibilidade, como primavera e outono.
- Evitar lesões no tronco e ramos principais, minimizando danos mecânicos.
- Monitore regularmente o pomar em busca de sinais precoces de infecção.
- Implementar práticas integradas de gestão de pragas para reduzir o stress das plantas e aumentar a sua resistência.
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