
Trips
Tripes
Frankliniella Occidentalis
Patógeno:
Inseto
Tipo:
Risco para a planta:
ALTO



DESCRIÇÃO
QUEM O CAUSA?
Frankliniella occidentalis, comumente conhecido como tripes das flores ocidentais, é um pequeno inseto pertencente à família Thripidae. Este patógeno é um inseto com corpo estreito e alongado, geralmente de cor amarelo claro a marrom. Seu ciclo de vida inclui as fases de ovo, larva, pupa e adulto. As fêmeas põem ovos nos tecidos vegetais. As larvas emergem e passam a se alimentar das células vegetais, causando danos diretos. Depois de passar por dois estágios larvais, as larvas caem no chão ou se refugiam na planta para pupar. Finalmente, os adultos emergem e continuam o ciclo, reproduzindo-se rapidamente em condições favoráveis. Este rápido ciclo de vida e sua capacidade de reprodução em diversas condições climáticas contribuem para a dificuldade de seu controle.
SINTOMAS
A doença causada por Frankliniella occidentalis no tomate se manifesta por meio de diversos sintomas que afetam tanto a qualidade quanto a quantidade do produto colhido. Os danos são principalmente mecânicos devido à alimentação de larvas e adultos, mas também incluem a transmissão de vírus de plantas, como o Tomato wilt virus (TSWV). A alimentação desses tripes provoca a destruição das células vegetais e a deformação dos tecidos.
- Presença de cicatrizes prateadas nas folhas e frutos
- Deformação e necrose de brotos tenros
- Redução do crescimento das plantas
- Manchas pretas (excrementos) na superfície das folhas
- Perda do vigor geral da planta
- Transmissão de vírus que causa manchas anelares e clorose
- Malformação e queda de frutos



TEMPERATURA E HUMIDADE
20-30°C
50-80%

COMO SE ESPALHA?
Contato direto com plantas infestadas, vento, movimentos de solo, ferramentas contaminadas, transporte de frutas infestadas

COMO REMOVER?
Tratamentos caseiros
Não há tratamentos caseiros
Tratamentos químicos
• ABAMECTIN 0,0015% + PIRETRINAS 0,02% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLUPRA 1,53% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLOURA 848,24 g/l [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [64742-46-7]) 79% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 54,6% [EW] P/V
• ACETAMIPRIDA 0,005% [AL] P/V
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• CIPERMETRINA 10% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 5% [CE] P/V
• CIANRANILIPROL 10% + ACIBENZOLAR-S-METIL 1,25% [SC] P/V
• CIANRANILIPROL 20% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 1,5% [EW] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• FORMETANATO 50% [SP] P/P
• FORMETANATO 9% (HIDROCLORETO) [SP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• MISTURA DE TERPENÓIDES QRD 460 15,23% [EC] P/V
• PIRETRINAS 0,12% [AE] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4,65% (como extrato de piretro) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• SPINETORAM 2,5% [SC] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
• ESPIROTETTRAMATO 10% [SC] P/V
• ESPIROTETTRAMATO 15% [OD] P/V
Tratamentos permitidos na agricultura biológica
• ÓLEO DE COLUPRA 1,53% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLOURA 848,24 g/l [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 60g/L [ME] P/S
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [64742-46-7]) 79% [EC] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [8042-47-5]) 54,6% [EW] P/V
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• Azadiractina 2,6% (AS AZADIRACTIN A) [EC] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 0,12% [AE] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4,65% (como extrato de piretro) [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTR. PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• ESPINOSADE 12% [SC] P/V
• ESPINOSADE 2,4% [SC] P/V
• ESPINOSADE 48% [SC] P/V
Insetos aliados
ÁCAROS PREDADORES
JOANINHAS
CRISOPÍDEOS
VESPAS PARÁSITAS
HOVERFLIES OU MOSCAS PARÁSITAS
ERROS PREDATÓRIOS
Não existem aliados naturais
Mycodiplosis oidii (mosquito predador)
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- Implementar monitoramento regular usando armadilhas adesivas azuis para detectar a presença de tripes.
- Utilize coberturas de malha nas estufas para evitar a entrada de tripes.
- Manter uma boa higiene das culturas, eliminando restos de plantas e frutos afetados.
- Realizar rotações de culturas para reduzir a pressão das pragas.
- Introduzir e conservar inimigos naturais como ácaros predadores e vespas parasitóides.
- Aplicar tratamentos com inseticidas específicos de forma preventiva e rotativa para evitar resistências.
- Utilizar óleos hortícolas e sabonetes inseticidas como métodos complementares de controle.
- Implementar práticas de gestão integrada de pragas (MIP) para reduzir a dependência de produtos químicos.
































