
Reza Ou Traça Da Oliveira
Prays Oleae
Patógeno:
Type:
Olivo
Inseto
Risco:
LEVE

Polillas

QUEM O CAUSA?
O patógeno Prays oleae é uma mariposa que afeta as oliveiras e é comumente conhecida como mariposa da oliveira ou reza. Seu ciclo de vida se caracteriza por passar por diversas fases de desenvolvimento: ovo, larva, crisálida e adulto. As fêmeas põem os ovos nas folhas, frutos ou ramos tenros das oliveiras. As larvas eclodem dos ovos e se alimentam das partes das plantas onde são encontradas, causando danos significativos. Após completar seu desenvolvimento, as larvas transformam-se em crisálidas, das quais emergem os adultos e continuam o ciclo.
SINTOMAS
Na oliveira, Prays oleae produz a doença conhecida como reza ou mariposa da oliveira. Os danos causados por esse inseto são múltiplos, afetando diferentes partes da planta. Os sintomas mais comuns incluem:
• Danos às folhas, como mordidas e buracos.
• Danos aos rebentos tenros.
• Danos às frutas, principalmente as jovens, que podem cair prematuramente.
• Diminuição da qualidade e quantidade da colheita.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 25°C
60% - 75%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Vento, movimento de adultos, movimento de frutas ou partes infectadas
CONSULTE TRATAMENTOS PARA ELIMINAR A PRAGA
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• ACETAMIPRIDA 20% [SP] P/P
• CAOLINO 95% [WP] P/P
• CIPERMETRINA 0,033% [DP] P/P
• CIPERMETRINA 0,35% [UL] P/V
• CIPERMETRINA 10% [CE] P/V
• CIPERMETRINA 5% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [CE] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [CE] P/V
• ETOFENPROX 28,75% [CE] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• SPINETORAM 25% [GT] P/P
Tratamentos autorizados na agricultura biológica
• CAOLINO 95% [WP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIHALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
Tratamentos biológicos
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI (cepa ABTS-1857, 540 g/kg) (15 milhões de CLU/g) 54% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI (CEPÇÃO GC-91) 50% (3,05 X 10^13 ESPOROS/KG) [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI 50% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351, 640 g/kg) (32 MILHÕES DE CLU/g) 64% [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) (32 MILHÕES DE CLU/g) 54% (540 g/kg) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) 54[WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (Cepa EG 2348) 22,6% (24 x 10E6 UI/g) [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPÇÃO PB 54) (16x10E6 I.U./G) 8% [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (estirpe PB 54) (16x10E6 UI/G) 9,74% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (ESTIRPE PB 54) 17,6% (17,6 MILHÕES UI/G) [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (CEPÇÃO PB 54) 32% (32 MILHÕES UI/G) [WP] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (Cepa SA-11) 85% (32 MILHÕES UI/G) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa SA-12) 18% ((8,5 X 10^12 UFC/KG)) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) (24x106 UI/G) 18,3% [SC] P/V
Recomendações
• Realizar monitoramento regular para detectar e quantificar a presença da mariposa.
• Use armadilhas de feromônios para monitorar e capturar adultos.
• Aplicar inseticidas específicos nas fases de maior suscetibilidade.
• Promover a biodiversidade no olival para incentivar os inimigos naturais da traça.
• Podar os ramos afectados para reduzir a população de mariposas.
• Implementar práticas culturais apropriadas, tais como a gestão de podas e restos de colheita, para reduzir refúgios para o patógeno.















