
Insetos
Insetos
Patógeno:
Type:
Plantas decorativas de jardín y/o interior
Inseto
Risco:
CRÍTICO

Insectos

QUEM É A CAUSA?
Os insetos fitófagos que atacam plantas decorativas de jardins e/ou de interior incluem uma grande variedade de espécies, como pulgões, cochonilhas, tripes, moscas-brancas e ácaros, entre outros. Seu desenvolvimento inclui fases que variam dependendo do grupo, mas geralmente passam pelas fases de ovo, larva ou ninfa e adulto. Os ovos geralmente são depositados na parte inferior das folhas, em caules tenros ou em rachaduras na casca. Após a eclosão, as larvas ou ninfas começam a se alimentar do tecido vegetal, sugando a seiva ou mastigando partes da planta, dependendo da espécie. Essa alimentação causa um enfraquecimento progressivo da planta. Muitas dessas pragas podem se reproduzir rapidamente em condições favoráveis, gerando várias gerações em uma única estação. Alguns insetos, como pulgões e cochonilhas, reproduzem-se partenogeneticamente, o que acelera ainda mais a infestação. Os adultos, em sua maioria móveis, migram para novas plantas para continuar seu desenvolvimento, e alguns podem até atuar como vetores de vírus ou outros patógenos.
SINTOMAS
Em plantas decorativas de jardim e/ou de interior, a presença de insetos pode causar uma deterioração progressiva que afeta tanto a sua estética como a sua vitalidade. A alimentação direta danifica os tecidos, interrompe o crescimento e facilita a entrada de outros patógenos. À medida que a praga se estabelece, os sintomas se intensificam, causando deformação, queda de folhas ou até mesmo a morte da planta se nenhuma ação for tomada a tempo. Alguns insetos excretam melada, o que favorece o desenvolvimento de fungos como o fuligem, o que complica ainda mais a saúde do espécime afetado.
Folhas amareladas ou cloróticas, presença de insetos visíveis nas folhas, caules ou flores, secreção pegajosa (melada) na superfície da planta, aparecimento de fungos pretos na melada, enrolamento ou deformação das folhas, queda prematura de flores e brotos, presença de estruturas algodoadas ou escamas presas aos caules, perfurações ou picadas nas bordas das folhas, crescimento lento ou estagnado da planta, enfraquecimento geral do espécime.


TEMPERATURA E HUMIDADE
20°C - 30°C
55% - 80%
ROTAS DE TRANSMISSÃO
Ar, Contato planta a planta, Plantas infestadas adquiridas, Ferramentas contaminadas, Pessoas, Animais de estimação
VÍAS DE TRANSMISIÓN
TRATAMENTOS
Tratamentos químicos
• ABAMECTIN 0,0015% + PIRETRINAS 0,02% [AL] P/V
• ABAMECTIN 1,8% [EC] P/V
• ÓLEO DE COLUPRA 0,825% + PIRETRINAS 0,018% [AL] P/V
• ÓLEO DE COLUPRA 82,53% + PIRETRINAS 0,459% [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• ACETAMIPRIDA 0,005% [AL] P/V
• ACETAMIPRIDA 20% [SG] P/P
• ACETAMIPRIDA 20% [SP] P/P
• AZADIRACTIN 1% (COMO AZADIRACTIN A) [EC] P/S
• ENXOFRE 0,4% + SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS INSATURADOS C7-C18 E C18 (CAS [67701-09-1] 1% [AL] P/V
• BUPROFEZINA 25% [SC] P/V
• CIPERMETRINA 10% [EC] P/V
• CIPERMETRINA 10% [EW] P/V
• CIPERMETRINA 5% [EC] P/V
• CIPERMETRINA 50% [EC] P/V
• DELTAMETRINA 1,5% [EW] P/V
• DELTAMETRINA 1,57% [SC] P/V
• DELTAMETRINA 10% [EC] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EC] P/V
• DELTAMETRINA 2,5% [EW] P/V
• EMAMECTIN 0,855% [SG] P/P
• ESFENVALERATO 2,5% [CE] P/V
• ESFENVALERATO 5% [CE] P/V
• ESFENVALERATO 5% [EW] P/V
• FLONICAMIDA 50% [WG] P/P
• FLUPIRADIFURONA 0,008% [AL] P/V
• FLUPIRADIFURONA 20% [SL] P/V
• FORMETANATO 50% [SP] P/P
• FOSFETO DE ALUMÍNIO 56% [GE] P/P
• HEXITIAZOX 10% [WP] P/P
• LAMBDA CIHALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• CIALOTRINA LAMBDA 10% [CS] P/V
• CIALOTRINA LAMBDA 2,5% [WG] P/P
• CIALOTRINA LAMBDA 5% [EG] P/P
• METOXIFENÓCIDO 24% [SC] P/V
• MILBEMECTINA 0,93% [EC] P/V
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTRATO DE PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• PIRIDABENO 10% [SC] P/V
• PIRIMICARB 50% [WG] P/P
• PIRIPROXIFENO 10% [EC] P/V
• POTÁSSIO SAIS DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/S
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• ESPINETORAM 2,5% [SC] P/V
• ESPINOSAS 12% [SC] P/V
• ESPINOSAS 48% [SC] P/V
Tratamentos permitidos na agricultura biológica
• ÓLEO DE CANOLA 0,825% + PIRETRINAS 0,018% [AL] P/V
• ÓLEO DE CANOLA 82,53% + PIRETRINAS 0,459% [EC] P/V
• ÓLEO DE LARANJA 6% [SL] P/V
• ÓLEO DE PARAFINA (CAS [97862-82-3]) 40% [EW] P/V
• AZADIRACTINA 1% (AS AZADIRACTINA A) [EC] P/V
• ENXOFRE 0,4% + SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS INSATURADOS C7-C18 E C18 (CAS [67701-09-1] 1% [AL] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,0015% [ME] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 0,4% [GR] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 1,5% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 10% [CS] P/V
• LAMBDA CIALOTRINA 2,5% [WG] P/P
• LAMBDA CIALOTRINA 5% [EG] P/P
• PIRETRINAS 1,9% [EC] P/V
• PIRETRINAS 4% (EXTRATO DE PIRETRINA) [EC] P/V
• PIRETRINAS 5% [SC] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS C14-C20 48% [EW] P/V
• SAIS DE POTÁSSIO DE ÁCIDOS GRAXOS VEGETAIS 13,04% [SL] P/V
• ESPINOSAS 12% [SC] P/V
• ESPINOSAS 48% [SC] P/S
Tratamentos biológicos
• BACILLUS THURINGIENSIS AIZAWAI 50% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS ISRAELENSIS cepa AM65-52 (1,2 milhões de UI/g) 12,3% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) (32 MILHÕES DE CLU/g) 54% [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa ABTS-351) 54[WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa SA-11) 85% (32 MILHÕES DE UI/G) [WG] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (cepa SA-12) 18% ((8,5 10^12 UFC/KG)) [GT] P/P
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) (24x106 UI/G) 18,3% [SC] P/V
• BACILLUS THURINGIENSIS KURSTAKI (EG 2348) 37,5% [WP] P/P
• BEAUVERIA BASSIANA (CEPÇÃO ATCC 74040) 2,3% (2,3X10E7 ESPOROS VIÁVEIS/ML) [OD] P/V
• ISARIA FUMOSOROSEA (cepa Apopka 97) 20% [WG] P/P
• PAECILOMYCES FUMOSOROSEUS (CEPÇÃO FE 9901) 18% (2 X 10 E9 UFC/G) [WP] P/P
Recomendações
Verifique periodicamente a parte inferior das folhas e caules para detectar a presença precoce de insetos.
Isole imediatamente as novas plantas antes de adicioná-las à área comum.
Remova manualmente as áreas infestadas quando a população estiver baixa, especialmente nos primeiros surtos.
Aplicar preparações inseticidas autorizadas de origem vegetal ou química, seguindo sempre as recomendações do fabricante.
Gire os ingredientes ativos para evitar o desenvolvimento de resistência em populações de insetos.
Evite excesso de fertilizante nitrogenado, pois ele deixa os tecidos mais macios e mais suscetíveis a insetos.
Incentive a presença de insetos benéficos, como joaninhas ou crisopídeos, se o ambiente permitir.
Mantenha ventilação adequada no interior para reduzir a umidade estagnada, que favorece algumas pragas.
Use armadilhas adesivas amarelas para detectar e controlar insetos voadores, como moscas-brancas e tripes.
Evite superlotação de plantas e deixe distância adequada entre os vasos para reduzir surtos de infestação.















